Tertúlia

Onde a poesia tem cheiro de café...

segunda-feira, 19 de setembro de 2016

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A vida é igual a um sapato fosco e empoeirado.
A paixão é semelhante a um engraxate.


Adriano Alves.
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Adi-VINHO

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Adi-VINHO teus segredos e os bebo em silêncio. Não é a toa que fico bêbado em cada troca de olhares.


Adriano Alves.
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Penso, logo sou barraco

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Morei 27 anos num barraquinho de madeira fragilizado pelo tempo. As lacunas, neste barraco, eram visíveis. Barulhos,ventania, chuva, ratos, etc., adentrava nossa casa de maneira aterrorizante.
Nossa consciência, por vezes, gritava: O que fazer? Para onde ir?
Mudamos! Mamãe foi morar no céu. Eu ainda continuo morando num barraco de madeira chamado EU. Carreguei o meu "eu barraco" para uma casa com menos lacunas e paredes de concreto. Mas, penso, e logo sou barraco; frágil, visitado por ventanias e corroído por diversas sensações. Há quem blinda o coração. Que inveja! 
Eu, pobre barraco, envernizei o meu.


Adriano Alves.
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Entre fios e abismos

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O poeta e a aranha tem uma certa semelhança. Ambos constroem suas teias com os fios que tiram de dentro.
Fios sensíveis são o suficiente para caminhar sobre abismos. 


Adriano Alves
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